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Post escrito por Yeltsin Lima
As redes sociais são de um papel importantíssimo na sociedade moderna. Apesar de muita gente, profissional experiente e respeitado, afirmar que as redes sociais são uma perca de tempo (e nem entrando no mérito de tantas amizades formadas pelas ferramentas sociais) que essas ferramentas são. Talvez, o seu potencial não tenha sido descoberto de forma interessante. Ou os próprios profissionais, com medo do desconhecido, preferiram gerar uma certa carga (absurda, algumas vezes) contra as redes sociais.
Na verdade, isso é que faz muitas empresas, que são consideradas de uma importância gigantescas para a sociedade, não possuírem, por exemplo, uma conta no Twitter. São raros e recentes os casos. Um exemplo em Recife é o perfil do Jornal do Comércio (JCTransito), com informações em tempo real sobre o trânsito na cidade de Recife. Mas, o que falta mesmo? Já temos trânsito, que é uma parcela gigante em Recife. Mas, falta um perfil para listar os “procurados” pela polícia, o que um simples RT no Twitter não pode causar de “mídia gratuita”? Ou então uma conta no Facebook com as fotos dos procurados e utilizar a própria rede como um espaço para denúncias “anônimas”.
Mas, nesse exato momento em que escrevo esse artigo, eu vejo uma deficiência de um canal de comunicação (detalhe: em todos os estados afetados pelo apagão) das empresas de energia (seja fornecimento, transmissão, produção) com os seus consumidores. Talvez pelo monopólio e por serem do governo (algumas. Afinal, não precisam prestar contas com os investidores), preferem deixar o consumidor, que é obrigado a contratar aquela empresa, se não fica sem luz, sem informação ou com informações falsas. E esse último é o maior problema, afinal, alguns usuários no Twitter, reportaram até que a hidroelétrica de São Francisco (logo desmentida por alguns, poucos, profissionais das empresas).
E existe perfis que fazem isso? Sim, só para citar um exemplo (apesar de estar desatualizado desde 26 de janeiro), é o perfil da empresa chamada Peninsula Light Company, que possui um perfil no Twitter e inclusive avisa das falhas, do tempo previsto para retorno e das regiões afetadas. E enquanto isso, no Brasil, temos um completo descaso com o cidadão. Primeiro que fica desinformado, a mercer de falsas informações e “instaurar um pânico generalizado”. Segundo, não são ressarcidas do prejuízo gerado. Pelo horário, já são mais de 3 horas sem energia, suficiente para causar um belo prejuízo. E em alguns locais, existem até mesmo aparelhos queimados, devido as constantes quedas de energia, das empresas.
[blackbirdpie url="http://twitter.com/PenLightCo/status/27150631185686528"]
Quanto tempo isso vai demorar? Bom, primeiro vamos começar com perfis de empresas que só fazem retwittar links alheios ou partirem para aquele esquema de SPAM. Depois vamos para os perfis que só postam links e nunca respondem as mentions. Em seguida teremos a primeira fase de um bom canal de comunicação. Citando as fases do canal:
A pergunta que não quer calar: em quanto tempo essas mudanças serão realizadas?
Detalhe: Foram graças as redes sociais, que os portais conseguiram documentar o apagão. Já imaginou, a algum tempo atrás, sem Twitter? Trocaríamos informações via SMS, só saberíamos que foi um apagão geral no dia seguinte. Com o Twitter, a informação está tão rápida, que nem precisamos esperar o jornal chegar em nossas casas, mesmo sem luz, já temos acesso à informação. E isso é algo que iremos discutir mais tarde.
Curso o primeiro período de Publicidade & Propaganda na Faculdade Integradas Barros Melo (AESO), sou colaborador do Meio Bit e fundador do DicasWP.
E mais uma vez, as redes sociais nos salvam. Quando eu vou fazer um artigo para o Naftalina Tech, eu fico sempre atento ao Twitter para atualizar. Uma vez, um serviço saiu do ar, e eu postei tudo vindo do Twitter, só atualizei quando saiu mais informações no INFO, mas mesmo assim, me ajudou muito. Eu acho que o Twitter, é o aliado do jornalista, pois ele já substituiu até o rádio que eu ouvia no carro para pegar uma estrada ouvindo noticiário, agora com ele, os próprios motoristas avisam. Excelente artigo!