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Post escrito por Bruno Gall
Sim, se não quase, chegamos neste nível na blogosfera. Além de ser algo divertidíssimo, ainda há muito o que acrescentar, nos poréns em que há dias que isto chega na fase do estresse, aliás, blog requer muito tempo e se não tivermos gente que escreva para nós (conteúdo colaborativo) — se for um blog de contexto jornalístico, haja paciência para aguentar sozinho. Desde os pessoais aos grandes de notícia, tem esse manisfesto ao contrário, que é o povo blogando só para ter sua graninha no final do mês. Não, você está errado (caso faça).
Tudo bem que seja uma fonte viável, e alguns até comentam que tem um rendimento por volta de 5 mil reais por mês, e isto é o pequeno valor, mas haja luta para ter isto. Nos Estados Unidos — não é só porque é lá que tem isto –, há gente que é rica por blogs, e até blogs tem valores de uma rede social, se não mais. Podemos citar os blogs da AOL, que não foram baratos, e até o Huffington Post foi um valor de US$ 315 milhões de dólares (AOL pagou isso tudo por ele), e quem disse que isto é pouco?
É, a dona ficou rica — deu até confusão com os autores –, mas em questão, olha só como era, os autores não eram pagos por vontade própria (por isso a confusão). Mas ao mesmo tempo, há aqueles que criam o blog para ficar famoso e ter grana, que no caso, há grandes chances não ter sucesso. Claro que não tem, vou até dizer as causas. Não sei se já ouviu falar, mas tem uns que já arriscaram muitas chances para ter e nada de sucesso, e sabe qual é a culpa? Não fez o tal do trabalho com carinho. Para ter um blog requer certo carinho.
Para começar, tudo que você cria é algo que você deseja sucesso daquilo. Trata aquilo como se fosse algo excepcional, e quer que todos vejam tal coisa, e você quer qualidade no conteúdo, você quer que gente grande veja, e para isto, nada que uma boa atenção especial lhe sirva, mas quem quer blog por grana, não pensa assim, sem discriminação e sem citação de nomes (afinal, não é indireta).
Muitos criam o blog com aquele intuito de que vai ganhar algo, implora para ter visitas, e até plagia (algo ridículo) para ter conteúdo decente e que o Google Adsense e outros afins façam o papel. Ao mesmo tempo, também vai atrás de conteúdos piratas (muitos casos), que se ferram no final (algo que está escrito na nossa lei faz a catástrofe).
Pois bem, o que eu digo de amor é aquele de suspirar pensando no que você faz e olhar para seu computador e ver seu blog aberto com seu navegador aberto e aquelas abas de painel/dashboard, Google Analytics, e-mail, e afins. Quando menos se espera, você está lá revisando seu post escrito faz uns minutos, e apertando o botão de postar, tudo isso com o maior orgulho e felicidade. Isto é tratar um projeto com carinho.
Então pense bem em como se trata blog. O bom de ser blogueiro é que você ajuda as pessoas, compartilha opinião. Conhece gente nova — se eu tenho minha melhor amiga hoje, agradeço aos blogs; é uma longa história –, e ainda faz coisas que ninguém faz. Eu me tornei meio pop com isso (não me acho por isso), e tive vários benefícios, aliás, na escola eu me dou bem em português por causa disso.
Logo, algo bem feito, é algo com carinho. Se dedicar horas por algo que você quer bem, e outra coisa, não importa o dinheiro (eu não estou nem aí para isso), mas o que importa é fazer o que gosta. É como eu digo para uns amigos meus: “Só faça um blog se gostar do que faz. Escrever não é para todos, e só alguns conseguem tomar vergonha na cara e fazer algo perfeito (aqueles que não sabem, que nem antigamente). Você tem que ter tempo e tudo, então, se não tem, nem tente a sorte”. E aí, você bloga por grana ou gostar do modo de falar com orgulho que é blogueiro que nem eu?
Blogueiro (www.ipodschool.com // www.brunogdb.com), amo jornalismo, aprendiz de desenvolvimento (principalmente PHP, C e Python), estudante de tudo que tenha WordPress no meio, geek, carioca e viciado em Twitter (@brunogdb).
Os meus agradecimentos pela postagem. Irei partilhar.